O que eu quero? Uma pergunta simples até demais que eu nunca soube responder.
Não sou sempre coerente, não quero e nem faço tudo certo, não aproveito todas as oportunidades que deveria, nem vejo sempre o lado bom das minhas dificuldades. Não dou tanto valor aos meus amigos quanto eles merecem, e aos que me decepcionam sempre eu continuo a perdoar, continuo me fazendo de boba para não arrumar conflitos com eles. Não sei o que quero fazer da minha vida, não sei ver o futuro, não gosto de relembrar a parte escura do meu passado, quero viver o presente mais do que qualquer outra coisa, porque como muitos dizem, quem vive no passado é museu e o futuro é e sempre será um mistério, sem nos esquecermos que o futuro se tornará presente, e logo depois o pretérito, quando comecei a escrever era presente, agora ja é passado, antes de ter tido essa ideia ainda era futuro, assim como todas as outras coisas que vivi até esse momento. E alguns me perguntam: qual a sua intenção ao escrever esse texto? Qual é a mensagem exata que eu desejo transmitir? Nem eu mesma sei direito, estou passando para o computador o que está na minha cabeça, tem dias que eu acordo com o assunto perfeito para se digitar, mas em outros, como hoje, não tinha a ideia formada, estou simplesmente colocando o que me der na telha, sem um assunto focado, sem nada definido, meio sem nexo, mas que para mim tem sentido sim. Outro assunto que eu gostaria de falar é sobre meu instrumento favorito... O violão. Sei lá acho que é uma coisa super rara uma menina tocar uma música para o seu namorado, sempre ao contrário. Claro, é super fofo ele tocar uma música para ela mas por que não inverter uma hora ou outra? Por que ela não pode escrever alguma coisa para tocar para ele? Eu toco violão mas não sei, acho que não vai ser útil para nada, se depender disso, não penso em formar banda nem nada, só tocar quando estou triste para esquecer um pouco o assunto e relaxar... Mas enfim... por hoje é só. Até mais e de novo obrigada por lerem.
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